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Há pessoas que (só) falam mal dos outros. Saiba porquê.

Eduardo Filipe

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" Dedicado aos que dizem mal dos outros sem sequer os conhecerem "

Cada vez gosto mais de mim.:)




Muita gente acredita que nunca será descoberta a sua faceta de falar mal de tudo e de todos, mas a prática mostra que, mais cedo ou mais tarde, o retorno acaba por ocorrer e, naturalmente que o confronto não é agradável.

Ainda assim, há pessoas que não conseguem viver de outra forma pelos seus sentimentos de insegurança, stress e ansiedade, pela má imagem que têm a seu respeito, o que as leva a projetar nos outros essa frustração. Também há quem acredite que, é através da destruição do outro que “progride na carreira” ou afasta as atenções alheias face aos seus aspetos negativos.

Apesar da tarefa ser delicada, é possível ajudar estas pessoas a encontrarem outras formas de vida mais saudável, mas isso exige mudanças profundas, seja na sua forma de pensar, seja no círculo de amigos onde a fofoca já está instalada.

As pessoas que passam a vida a falar mal das outras sofrem de medo, pois sabem que, um dia serão desmascaradas, no entanto, não conseguem deixar de “dar à língua”!

O problema coloca-se em ambos os sexos, muito embora as mulheres sejam mais “afamadas” no que se refere à vida alheia e aos seus pormenores, mas os homens também se interessam (e muito) pela destruição dos outros, sobretudo quando se sentem inferiorizados e frustrados.

A ciência garante que todos falam mal e que é humano sentir necessidade de reclamar por algo que se considera justo, no entanto, há formas de o fazer sem prejudicar os demais.

Uma reclamação educada e no lugar certo, acaba por ser uma crítica construtiva e por aliviar quem se sente injustiçado. Uma conversa esclarecedora com quem se teve um conflito, faz milagres, tal como ser capaz de dizer a verdade ao cônjuge ou a um amigo, por muito que isso custe ou possa fazer vacilar a relação.

Desabafar com uma pessoa de confiança, é assegurar que o assunto não ganha dimensão, muito menos comentários fora de contexto. Mas isso não é fofoca! É uma necessidade humana de extravasar algo que se sente e que se quer melhorar. Quando se relata um episódio que nos aconteceu, estamos a tentar compreender o sucedido e a encontrar “espaço” dentro de nós para algo novo. No entanto, é preciso escolher muito bem a quem se faz esse desabafo, sob pensa de tudo se perder e até entrar no caminho errado.

Falar mal dos outros é um vício que se instala em muitos grupos, sendo que, a maior parte dos seus membros rapidamente se associa aos assuntos fraturantes e contra alguém. Estas pessoas sentem necessidade de se mostrarem melhores que os outros, pelo que se unem em prol da crítica de quem querem abater.

Ao mesmo tempo, também é comum que as pessoas “viciadas” em falar mal, sintam essa necessidade de comentar e reclamar em todas e quaisquer circunstâncias, a ponto de já não medirem as consequências dos seus atos. Estas pessoas falam mal da sua própria família, do cônjuge, de amigos e conhecidos, tudo porque se tornou habitual “só falar mal”.

As pessoas viciadas em falar mal, sentem um profundo alívio quando “descarregam” essa energia com alguém. Não importa com quem, é preciso é deixar esse mau pensamento, essa informação colhida num qualquer lugar, mas que atinge ferozmente alguém.

É preciso ter em conta que, esse desejo em detonar o outro, pode deixar um gosto amargo na boca e um retorno inesperado, pelo que é melhor pensar muito bem no que se diz e a quem se faz o comentário.

A Dra Sheri Jacobson, psicoterapeuta e diretora clínica da Harley Street Therapy, diz que, “falar mal é um resultado de stress descontrolado.”

A especialista explica que, “quem se sente assoberbado ou ameaçado deve procurar uma válvula de escape saudável.” Quando tal não acontece, “tendemos a deitar tudo fora sem pensar nas consequências e a quem se pode estar a afetar.”

Em muitos casos, a reclamação transforma-se num tipo de prática coletiva que pode gerar um sentimento de proximidade com outros através da rejeição mútua de uma pessoa ou situação. “Quando reclamamos, muitas vezes procuramos alguém de confiança para concordar connosco, ficar ao nosso lado e minimizar as nossas inseguranças”, diz Jacobson.

Se este é o intuito de quem fala, pouco se pensa nas emoções de quem é o alvo dessa “violência” produzida pelos fofoqueiros, razão pela qual, um dia “o feitiço se vira contra o feiticeiro.”

A necessidade de falar mal resulta sempre de um sentimento negativo, seja pela inveja do outro, seja pela frustração de não conseguir ter ou ser, seja porque o outro o ameaça de alguma forma.

Na posição desta terapeuta, “são as criaturas infelizes que reclamam constantemente”. Estas pessoas são inseguras e encontram no falar mal dos outros, uma fonte de segurança.

“A reclamação constante pode fazer com que alguém que secretamente se sente vulnerável pareça forte e capaz de resistir a tudo.”, diz Sheri acrescentando que, falar mal dos outros é esconder aquilo que nos envergonha e que se quer fazer de conta que não existe. “

Como o negativo atrai negatividade, falar mal não só prejudica as relações com os outros como a própria saúde e bem-estar.

“Reclamar e falar mal pode ser uma forma de inveja, que acaba por minar a nossa autoconfiança e ego, adverte Nicci Roscoe, de The Mind Makeover Artist. “Essa prática pode dominar a sua vida, prejudicar o sono e os momentos de lazer, bem como provocar exaustão, ansiedade e medo, sendo que o isolamento também será uma realidade de quem acaba por ficar sozinho.”

Falar mal afeta o trabalho, as relações de amizade, o casamento e tudo o que envolve o fofoqueiro.

Sheri clarifica que, “faz bem desabafar com quem divide a vida connosco, pois não só alivia a tensão negativa de um dia mais delicado, como aproxima os casais, reforça a estabilidade e segurança, para além de minimizar o efeito negativo do que aconteceu ao longo do dia.”

Reclamar ou falar mal de alguém no ambiente errado — como no trabalho ou com um grupo desconhecido de pessoas — pode ser desastroso, adverte Nicci, pois “socialmente devemos zelar pela nossa imagem e não mostrar o nosso lado mais competitivo, invejoso e destrutivo.” Falar mal de um amigo ou colega, “dá lugar a uma imagem muito negativa de nós mesmos enquanto que causa desconfiança em quem lida connosco.” Quem não se recorda do célebre ditado: “Ouve dos outros para saberes de ti…”

Para a maior parte das pessoas, reclamar é um vício; um hábito terrível e difícil de abandonar. Fala-se por tudo e por nada e sempre pelos piores motivos. Nicci diz que “a melhor forma de parar de reclamar ou falar mal é mudar o padrão de pensamento negativo”, isto porque, “reclamar pode tornar-se um círculo vicioso, pelo que, é melhor sair dessa realidade enquanto é tempo!

Para mudar é fundamental encontrar outras pessoas e um pensamento positivo capaz de modificar e substituir o padrão anterior.

Sheri reforça que, na maioria dos casos, a prática é coletiva e exige mesmo uma mudança de grupo para que a negatividade se afaste. Optar por grupos mais pequenos também ajuda a detetar se a conversa é destrutiva e qual o seu fundamento. A terapeuta alerta que, “cada pessoa deve ser capaz de escolher os amigos e o grupo de pertença de forma a não se meter em fofocas que só a podem prejudicar. “É uma responsabilidade pessoal, logo cada um tem de fazer as melhores opções e responder pelos seus atos.”

O primeiro passo é perceber o que se faz num determinado grupo e se vale a pena estar associado ou ligado por motivos tão negativos…

Os especialistas são unânimes em defender que, faz bem à saúde encontrar escapes mais alegres, formas de conviver mais desapegadas, descontraídas e sem espaço para falar mal dos outros, nem que isso passe por escolhas mais realistas e exigentes.

O ser humano facilmente cai “nesta armadilha”, seja pelo seu vazio emocional, seja pelos apelos dos fofoqueiros, seja pela necessidade de saber mais acerca de alguém. O problema é que, essa aparente segurança, rapidamente se torna num círculo difícil de abandonar, pois quem se juntou a alguém para saber mais, também teve de falar demais e, mais cedo ou mais tarde, colher esses resultados. Sem ponderar, acabou por ficar ligado a um determinado grupo e deixar também a sua imagem negativa. Se não sair depressa da situação, acabará por ficar dependente de um grupo de pessoas por ter tido excesso de curiosidade!

É difícil encontrar um grupo onde o falar mal não seja uma prática, logo tem de haver um cuidado muito grande no que se diz e nas “parcerias” que se faz…
 

Eduardo Filipe

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E continuando...

Pessoas Felizes Não Falam Mal Dos Outros

O hábito de “falar mal” dos outros está tão enraizado na sociedade que infelizmente não nos damos conta do quanto ele pode prejudicar a vida de todos: aquele que critica, aquele que é criticado, e até aquele que ouve passivamente a crítica sobre os outros.

Você já reparou em como as pessoas felizes não falam mal dos outros? Parece que elas, simplesmente, não têm essa necessidade que tantas outras pessoas têm.

Por que as pessoas falam mal dos outros?
O motivo principal pelo qual as pessoas sentem a necessidade de falar mal dos outros é para que elas se sintam melhor com as suas próprias inseguranças. Geralmente elas procuram defeitos e falhas dos outros para comentar, em uma tentativa de disfarçar, tirar o foco ou até parar de pensar nos seus próprios defeitos.

E não se enganem: ninguém está imune a isso. Analise o seu próprio comportamento com atenção e veja se você não fez nenhum comentário maldoso nos últimos tempos, mesmo sem intenção. Muitas vezes falamos algo e só depois nos damos conta.

Infelizmente este tipo de comportamento está enraizado no dia a dia de muitas pessoas, que na maioria das vezes estão insatisfeitas com algum aspecto das suas vidas, e criticam os outros para, de alguma forma, se sentirem melhor, mesmo que isso seja feito de maneira inconsciente em algumas situações.

Mantenha-se forte diante das críticas


Também é fundamental falar sobre o outro lado da moeda: a pessoa que é criticada. Em teoria, deveríamos todos ser completamente imunes às críticas. Afinal, o que uma pessoa diz sobre nós é a realidade dela, e não a nossa. Ninguém sabe realmente o que acontece na vida de outra pessoa, tanto das alegrias e momentos de felicidade quanto das lutas e adversidades superadas.

Não deixe que a opinião dos outros influencie o seu dia a dia negativamente. É muito importante reforçar e desenvolver a sua autoestima e autoconfiança, para saber lidar melhor com as críticas e resistir a delas. Sabemos que, muitas vezes, é difícil fazer isso, mas a chave para consegui-lo é o autoconhecimento.

Se você estiver feliz consigo mesmo, se tiver valores fortes nos quais acredita, se souber valorizar tudo o que tem na vida, ao invés de focar no que não tem, poderá viver alheio aos comentários dos outros, pois eles não o afetarão.

Afaste-se de quem só sabe criticar
Todo mundo conhece uma pessoa repleta de energias negativas, que só sabe se queixar da vida, reclamar de todos os acontecimentos, até dos felizes, e falar mal dos outros sempre que tiver uma mínima oportunidade.

Estas energias são contagiosas, por isso não vale a pena incentivar este tipo de comportamento, pois você também irá perder com ele. Cerque-se de pessoas felizes, com um astral lá em cima, otimistas e que enxerguem o lado positivo da vida, e não de pessoas que deixam todos (e inclusive elas mesmas) “para baixo”.

E não se engane: uma pessoa que fala mal dos outros para você, certamente fala mal de você para os outros. É este tipo de amizade ou relacionamento que você quer ter? Talvez seja o momento de reavaliar.

Se você conviver com alguém assim, pode conversar e explicar que este comportamento somente prejudica a todos, e que você não gostaria mais de ouvir comentários maldosos sobre as outras pessoas. Se mesmo assim não adiantar, infelizmente a melhor solução pode estar no afastamento.

Seja a melhor versão de você mesmo


As pessoas felizes estão preocupadas demais com elas mesmas e com o seu bem-estar pessoal para perder tempo falando mal dos outros. Inspire-se nelas!
Dedique o seu tempo, os seus pensamentos e as suas palavras à pessoa que mais importa na sua vida: você mesmo! Mantenha o seu foco em ser a melhor versão possível de você mesmo, trabalhando as suas inseguranças sem se comparar aos outros, e sem perder tempo com comentários e observações a respeito de características e comportamentos alheios.
Quando você estiver satisfeito consigo mesmo, certamente estará tomando as melhores decisões para o seu presente e o seu futuro, e vivendo de acordo com a sua verdadeira essência, não terá nenhuma preocupação com os outros e poderá seguir em frente de forma muito mais leve, plena e feliz.
 

Eduardo Filipe

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E para finalizar...

Narcisismo: o drama das pessoas que pensam ser melhores que as outras

Quando deparamos com pessoas vaidosas e prepotentes, aquelas que sustentam um certo ar blasé de superioridade, e que desprezam o mundo como se ele não as merecesse, tendemos a antipatiza-las. Geralmente chamamo-las narcisistas.

Narcisismo é uma palavra derivada do nome Narciso, um personagem da Mitologia Grega que nos foi apresentado pelo poeta Ovídio. O Narciso mitológico era um jovem tão bonito, mas tão perfeitamente bonito que, certa vez, ao ver sua própria imagem refletida nas águas de um lago, apaixonou-se, a ponto de atirar-se dentro dele para pegá-la, e então, morrer afogado.

O motivo mítico tem tudo a ver com tais pessoas, uma vez que elas parecem apaixonadas por si mesmas. Mas a surpreendente verdade é que elas podem estar, psicologicamente, bastante comprometidas pelo Distúrbio de Personalidade Narcisista.

Pessoas diagnosticadas pela psiquiatria como narcisistas, são identificadas por:

– Revelarem-se portadoras de um padrão de grandeza que as faz crer superiores aos demais,

– Requererem constante atenção e admiração,

– Serem supersensíveis à avaliação alheia (são melindrosas),

– Carecerem de empatia (têm capacidade reduzida de colocar-se no lugar do outro) e

– Serem egocêntricas (todas suas preocupações giram em torno de si mesmas).

Quando criticados, os narcisistas sentem-se vítimas da inveja e da incompreensão. Porém, quando acolhem críticas (neste caso o crítico deve ser alguém considerado extremamente importante), afetam-se como se fossem as criaturas mais abjetas e desprezíveis do planeta (afinal, eles têm que ser o máximo e, se não podem ser Deus, que sejam pelo menos o Diabo!), caindo em profunda exasperação.

Por mais que gerem aversão, pessoas narcisistas são, na intimidade (que frequentemente eles mesmos desconhecem/negam), extremamente doridas. Sentem um profundo vazio existencial. A Psicologia em geral afirma que muitas delas tiveram infâncias marcadas pela carência afetiva, e foi isso que as fez acreditar que, para serem amadas, precisam ser alguém acima da média: o primeiro da classe, o campeão de arte marcial, o goleador no futebol, o vencedor de todas as disputas…

Infelizmente, a maior parte dos narcisistas não procura psicoterapia, porque eles acreditam-se bons demais para isso. Se procuram um terapeuta, é por conta de uma depressão cuja causa não identificam. Neste caso, escolhem o profissional mais afamado, que é, na sua convicção, o único que poderá lhes ajudar. E quando começam o tratamento, tendem a exigir que o terapeuta siga as suas próprias determinações de como deve ser a feita a psicoterapia.

Por tudo isso, é muito difícil ajudar pessoas assim, pois elas parecem entrincheiradas. De fato, elas estão, e o muro que criaram em torno de si mesmas foi uma medida de proteção. Ainda crianças, começaram a construção de sua fortaleza de qualidades, vitórias e destaques. Nunca mais pararam. Quem está fora (quase todos) dos muros da petulância, acreditará tratar-se de excesso de autoestima, mas quem conseguir entrar, descobrirá a menina ou o menino que sente muito medo de ser descoberto na sua fragilidade e abandonado pelos pais. Paradoxalmente, autoestima é o que mais falta à pessoa que acredita precisar ser melhor que as outras. É por duvidar da possibilidade de ser amada incondicionalmente, que ela procura nos outros a admiração que não sente por si mesma.

Narcisistas precisam resgatar sua criança ferida, que foi levada a descrer no próprio valor imanente e que ainda hoje está fazendo tudo para conquistar afeto, enquanto, sem que entenda o motivo, afasta todos de si. Precisam olhar essa criança interna nos olhos e compreender que ela merece todo amor do mundo, não porque é especial, mas porque é simplesmente ela. Afinal, o segredo da felicidade está em perceber a maravilha das pequenas coisas, dos gestos insignificantes que não nos fazem mais nem menos que ninguém, mas que revelam nossa condição de agentes da natureza. Cada um de nós é, na essência, mais uma das belas oferendas da vida ao mundo!

Não existe nada melhor que beber um café com os Amigos

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Ou umas bjekas para comemorar algo...

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herrdoctor

Pedro Faria
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Eduardo, deves ser maluco se pensas que vou ler isso tudo! Já ninguém escreve tanto, agora faz-se um vídeo onde explicas essas coisas... moderniza-te... ;)

 

Eduardo Filipe

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Pedro, por ver tantos vídeos é que eu já nem sei escrever, a acentuação tipo ´ e ` já nem sei se são graves ou agudos, para a esquerda ou direita, por vezes já nem sei se sou Português, Aportuguesado , Brasileiro ou Abrisaleirado.:rolleyes:

E ainda por cima o vídeo é em Brasileiro, não há( penso que seja com h) pachorra🙃

" Volta Camões fazes cá tanta falta "
 

pedro.vouga

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Pedro, por ver tantos vídeos é que eu já nem sei escrever, a acentuação tipo ´ e ` já nem sei se são graves ou agudos, para a esquerda ou direita, por vezes já nem sei se sou Português, Aportuguesado , Brasileiro ou Abrisaleirado.:rolleyes:

E ainda por cima o vídeo é em Brasileiro, não há( penso que seja com h) pachorra🙃

" Volta Camões fazes cá tanta falta "
Já me "escangalhei" a rir, valeu a pena passar por aqui antes do meu encontro com Morfeu no vale dos lençóis. Aquele abraço
 
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